Dos Convites (*)

* Ou sobre a ausência súbita de preferenciais inexistentes

Ele tinha em si o ar arrogante dos que venceram. Havia um direito transpassando seus olhos: o direito de se sobrepor aos que o acompanhavam até ali. Ele tinha no coração a amargura das cicatrizes da luta. Ele tinha o coração despedaçado pelo Amor.
Ele tinha um envelope. A lâmina, o caco. Amolou a língua. Abriu a janela e jogou a sorte sob o vento. Ele conquistara o direito de decidir sua vida. Imolou o sentimento. Sem respostas para as perguntas jamais ditas.

 

Feliz Ano Novo !!

Apenas aos que quero bem.

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“Se tens um coração de ferro,
Bom proveito.
O meu, fizeram-no de carne,
E sangra todo dia”

José Saramago

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